A banda
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Inspirada na diversidade rítmica e cultural dos estilos musicais dos diversos países, a Panamérica lança no dia 26 de outubro, no Espaço Cultural Sérgio Porto, no Rio de Janeiro, seu álbum de estreia, “Mojitos, guitarras & tamborins” (Las Ramblas), com produção musical do guitarrista e arranjador Caio Barreto. Após acumular boa experiência nos últimos três anos em dezenas de shows realizados principalmente no circuito Lapa – Zona Sul do Rio de Janeiro, o grupo se concentrou no último ano nas gravações das 11 faixas registradas neste primeiro disco da banda.
Formada por Rafael Duarte (cantor, compositor e violonista), Dingão (baterista), Ivan Mariz (guitarrista), Cesar Lago (baixista) e Flávio Sanribeiro (percussionista), a Panamérica conceitua seu trabalho na mistura de influências, na latinidade dos ritmos e na diversidade da música brasileira. Estruturado por canções autorais, o repertório navega pelas várias influências dos integrantes do grupo, principalmente o samba, o rock, a black music, a salsa e a música latina em geral, em especial a música cubana. As composições se alternam entre os três principais idiomas das Américas: português, inglês e espanhol.
“Mojitos, guitarras & tamborins” (Las Ramblas) conta com participações especiais de quem está ligado com a história da banda. O cantor e rapper cubano René Ferrer aparece ao estilo Orishas em “Sonido a La Cubana”, enquanto o piano do consagrado músico Túlio Mourão, que já fez parte de bandas como Mutantes, Raul Seixas e Milton Nascimento, dá um nobre brilho em “Deixar pra lá” – de autoria de seu filho (Mariano) – e em “Até o galo cantar”. O poeta Omar Salomão faz uma intervenção poética na versão musicada por Rafael Duarte de seu poema “À deriva”. O suingue do cavaquinho de Rhudson Lewkyan, o Neblyna, dá um toque marcante à “Cachaça” e “O dia de 50 horas”, esta que conta também com um dueto entre o cantor Sandro Black, do Empolga às 9, co-autor desta canção.
Para o cantor e compositor Rafael Duarte, vocalista do grupo, o resultado final do disco é uma síntese desta busca pela mistura musical e rítmica. “Nós procuramos fazer um disco plural, em que todas as nossas influências fossem exploradas com naturalidade. Nos preocupamos em manter uma sinergia entre as canções, sempre transmitindo uma energia positiva, festeira e pra cima”, explicou. Das 11 faixas do disco, oito foram escolhidas a dedo entre as 15 músicas autorais que fizeram parte do repertório nos primeiros anos da banda. As outras três são totalmente inéditas até mesmo para o público cativo que sempre freqüentou os shows da Panamérica na noite carioca.
Histórico
Fundada em 2007, a Panamérica circulou durante os últimos anos pela programação cultural do Rio de Janeiro, tendo se apresentado pelas mais diversas casas de shows. Se destacou em festivais de música e eventos culturais dentro e fora do Rio, tais como “Fórum Social Mundial 2008″ (Aterro do Flamengo), “Dia da Rua” (2008 e 2010), Festa Nacional da Cerveja 2009 (Divinópolis – MG), “Mentes Urbanas 2007″, “Araka”, “Bulldog Rock Nights” e “Mixtureba Musical”. O “Panamérica Convida”, produzido pela banda no Conversa Afinada Ipanema, recebeu bandas como VulgoQinho&osCara, Guerreiros de Jorge (do cantor e ator Thiago Martins), Luiz Duarte e Sucata de Luxo. No Rio, subiu nos palcos da Parada da Lapa (Fundição Progresso), Conversa Afinada Ipanema, Shopping Leblon, Posto 8, Melt, 00 (Zero Zero), Letras & Expressões, Saloon 79, Carioca Gourmet, Empório, entre vários outros.












