Capa do disco “Mojitos, guitarras & tamborins”

agosto 6, 2010 No comments yet

Mojitos, guitarras & tamborins

Esta é a capa do CD “Mojitos, guitarras & tamborins”, álbum de estréia da Panamérica. Todo o design gráfico de capa e encarte criado pelo designer Eduardo Ferraz, também responsável pelo desenvolvimento de toda nossa identidade visual desde o nascimento da banda. O trabalho traz referências gráficas que remetem ao nome do disco e representam também as influências sonoras do grupo.

FICHA TÉCNICA

ARTISTA: Panamérica
ÁLBUM: Mojitos, guitarras & tamborins

1.      Panamérica já! (Rafael Duarte) – BRZHU1000011
2.      Deixar pra lá (Mariano) – BRZHU1000006
3.      À deriva (Rafael Duarte / Omar Salomão) – BRZHU1000001
4.      Até o galo cantar (Rafael Duarte) – BRZHU1000004
5.      Cachaça (Rafael Duarte) – BRZHU1000005
6.      Juan Taratara (Rafael Duarte / José Miguel Valdivieso) – BRZHU1000010
7.      Sonido a la cubana (Rafael Duarte / Luiz Duarte) – BRZHU1000003
8.      Pensamentos (Rafael Duarte) – BRZHU1000008
9.      O dia de 50 horas (Rafael Duarte / Sandro Black) – BRZHU1000009
10.  Flor (Rafael Duarte) – BRZHU1000002
11.  Voy a Cuba (Rafael Duarte) – BRZHU1000007

INTEGRANTES DA BANDA:

Rafael Duarte – vocais e violão
Ivan Mariz – guitarra
Cesar Lago – baixo
Flávio Sanribeiro – percussão
Dingão – bateria

Produzido por Caio Barreto

Gravado e mixado por Alexandre Griva no Melhor do Mundo Studios em 2009/2010
Gravações adicionais por Caio Barreto e Jorge Guerreiro
Assistente de gravação: Jorge Guerreiro
Masterizado por Luiz Tornaghi no Batmastersom
Produção executiva: Rafael Duarte | Las Ramblas
Editado por: Las Ramblas
Fotos: Raphael Lucena
Design gráfico: Eduardo Ferraz

Participações especiais:

René Ferrer – voz em “Sonido a La cubana”
Omar Salomão – intervenção poética em “À deriva”
Túlio Mourão – teclados em “Deixar pra lá” e “Até o galo cantar”
Sandro Black – voz em “O dia de 50 horas”
Rhudson Lewkyan – cavaquinho em “Cachaça” e “O dia de 50 horas”

Músicos convidados:

Caio Barreto – guitarra (faixas 01, 04, 05, 07, 08 e 09), violão (faixas 01, 03, 06, 08 e 11), lap steel (faixa 06), teclado (faixas 01, 08 e 11), backing vocal (faixas 03, 06 e 08), bandolim (faixa 03), programações (faixas 01, 04 e 07)
Juninho Trompete – trompete (faixas 02, 06, 10 e 11)
Zé Maria – sax (faixas 02, 06, 10 e 11) e flauta (faixa 05)
Marlon Sette – trombone (faixas 02, 06, 10 e 11)
João Bittencourt – teclados (faixas 02, 03, 05, 06, 07 e 09)
Alexandre Griva – bateria (faixas 06 e 09)
Márcio Alencar – baixo (faixas 04, 07 e 09)


Clipping: Lançamento do site da Panamérica (2008)

março 31, 2008 No comments yet


Uma linda cena carioca

fevereiro 29, 2008 No comments yet

Imagine a seguinte situação: um artista plástico e 15 bandas independentes fazendo performances, simultaneamente, em praticamente todas as esquinas, do início de Ipanema até o final do Leblon. Pois foi isso que aconteceu na noite de ontem (28/02/08), no “Dia da Rua”. Um evento histórico que pegou de surpresa quem chegava do trabalho ou caminhava pelas avenidas Ataulfo de Paiva e Visconde de Pirajá.

Ainda bem que a Panamérica não ficou fora desta! Grandes talentos desta nova geração estavam ali, como a galera do VulgoQinho&osCara, Montanha Russa, Reverse e João Gevaerd (dos Supernaturais), que atacou de guitarrista na Panamérica. Nós apresentamos parte de nosso repertório na esquina da Av. Visconde de Pirajá com a Rua Teixeira de Melo. Gente de tudo que é tipo passou por ali e conferiu nosso som. Foi bom demais!

CONFIRA AQUI O VÍDEO SEM CORTES (por Gabriel Mellin):


Panamérica apresenta sua identidade visual

fevereiro 28, 2008 No comments yet

Nova Logo Panamérica

A Panamérica lança, junto com seu site oficial, toda sua identidade visual. Desenvolvido pelo diretor de arte Edu Ferraz, o novo logotipo da banda acaba de ser apresentado ao público e estará a partir de agora em todo material institucional da banda. Criado para representar graficamente a cara da Panamérica e passar uma sensação que refletisse o trabalho do grupo, a marca nasceu em forma de brasão misturando o jeito carioca a uma forte latinidade, com um sentimento familiar em seu semblante.

No Antigo Egito, os brasões tinham um significado simbólico. Como os guerreiros nos combates usavam armas de proteção que cobriam a face, era praticamente impossível distingui-los uns dos outros se não tivessem qualquer sinal externo que os identificasse. Os brasões tiveram essa origem militar e depois, na Idade Média, se consolidaram como ícone de nobreza, de clã, de prestígio social. As famílias começaram a receber estes brasões por hierarquia, merecimento ou serviços prestados ao reino.

Nas cores azul acinzentado, vermelho, branco e preto, que compõem muito bem entre si, o logotipo na Panamérica foi elaborado com a intenção de transmitir força e tradição em traços modernos. O layout conta com elementos gráficos que reforçam a alma da banda, como a estrela – ícone presente na maioria das bandeiras das nações das Américas – e o calçadão de Copacabana – que simboliza o Rio de Janeiro, cidade-natal da banda.

A idéia de usar um brasão como logo é também mostrar que a banda é formada por pessoas, que apesar de jovens, respiram música desde cedo em seus ambientes, e que estão dispostos a “fazer historia”. Como no passado, o escudo é composto por elementos que fazem referencia imediata à origem daquelas pessoas. O calçadão de Copacabana representa a “carioquice” do grupo e a estrela e a tipografia “rústica” refletem a latinidade.

Panamérica
site@bandapanamerica.com



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